É um
ultraje, um verdadeiro atentado ao respeito pela militância política
e pelas estruturas partidárias. A sempre erudita Clara Ferreira
Alves, jornalista, nunca tendencial e, como tal, sempre parcial até
a última linha escrita, na sua infame e “caprichosa”
coluna de revista, presenteou-nos este Sábado, com um texto que para
além de ofensivo, é tão radical e tendencioso, como é
vergonhoso. Clara Ferreira Alves, que diz fazer parte das elites do
livre pensamento e que pouco mais tem que uma coluna na REVISTA do
Expresso e algum tempo de antena que me leva a mudar de canal sempre
que abre a boca, conseguiu hoje um feito histórico: humilhar de
forma irreflectida todos os militantes de um estrutura partidária.
Humilhou todos, os pensadores, os demagogos, os críticos, os
independentes, o mais sociais-democratas, os mais liberais, os com
cargos de dirigentes, os militantes base, os com mais de 10 anos de militância e até os militantes mais recentes. Nenhum escapou a crónica da
maledicência. Considero esta tendência para a difamação de Clara
Ferreira Alves, uma resquício patológico de 2006, tempo em que fora
exposta por Vasco Pulido Valente, contra quem até intentou um
processo crime que não teve provimento. Efectivamente, demonstra
fraqueza de espírito e de pensamento, escrever algo assim, não por
o texto ser mau, pois a isso já nos habituara, mas sim por ser
mentira e tratar todos os militantes de uma forma igual e tratar a
JSD como uma vergonha para o país, quando esta é composta por
jovens críticos que cada vez mais querem ser a solução e a
resposta aos problemas que vivemos.
Resposta ao "artigo" de Clara Ferreira Alves intitulado de "Uma carreira j(an)ota", publicado na REVISTA do Jornal Expresso de dia 11 de Janeiro.
José
Miguel Vitorino
(na qualidade de presidente
de concelhia da JSD)