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domingo, 13 de maio de 2012

Cabe-nos a nós!


Vamos enfrentar isto! Estou certo! Para tal pensemos um pouco, para além de simplesmente agirmos sem o fazer, reparemos para além de simplesmente vermos, planeemos para além de simplesmente atuarmos. Sejamos sinceros, sim é fácil falar, mas somos capazes e acredito profundamente que a força para passar todas as crises se encontra mais nos jovens cheios de vontade de mudança do que nos economistas e gestores cansados da infindável análise dos números. Somos mais que isso, números. Somos pessoas únicas e irrepetíveis, com vontades, sonhos e ambições próprias. E creio que delas, por mais difíceis que pareçam de realizar, não nos devemos demitir. Sei que muitas vezes não é fácil, mas cabe-nos a nós hoje decidir como queremos ser relembrados no futuro, e não digo isto por o que os nossos filhos irão pensar de nós, mas sim o que iremos pensar de nós próprios. Queremos nós ser recordados como os jovens que se levantaram do sofá, saíram da área de conforto, uniram-se em grupos, associações, clubes, equipas e foram para a rua ver a realidade e tentar mudá-la. Queremos ser os jovens que se voluntariaram, e criaram um espírito de trabalho em prol de um ideal comum - o ajudar a sociedade - ou os jovens que se demitiram de sair para ajudar as pessoas e que continuaram a não olhar para mais lado algum que o seu umbigo? Cabe-nos a nós decidir. Cabe-nos a nós mudar. Há sempre uma hipótese, uma escolha e essa cabe-nos a nós jovens.